sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Reformar Portugal

Como português considero que são precisas mudanças profundas neste país à beira mar plantado. A estabilidade e a confiança nas instituições democráticas são tão baixas que colocam em causa o Estado de direito e as liberdades outrora conquistadas.

Os constantes escândalos aliados à inalterável crise que este país sempre atravessa tornam o povo descrente no país e nos portugueses. Mas como não é aconselhável dissolver o povo e eleger outro, deve-se reformar o sistema vigente. Na prática ou mudamos ou morremos, pois não creio que se tenha uma terceira hipótese. Contudo, enquanto o doente respirar ainda há esperança.

Mas quando falo em reforma do sistema vigente não significa o regresso à monarquia ou à ditadura. É necessário manter a II República ao mesmo tempo que este país precisa de reformar-se de cima a baixo ou de baixo a cima. Porquê?

Porque o português comum está a sofrer com todas as dificuldades que diariamente enfrenta e porque toda a riqueza gerada neste país vai para a nossa ‘nobreza’. A ‘nobreza’ a que me refiro (conscientemente colocada entre aspas) é composta pelos corruptos que mandam neste país, e que apenas se preocupam em satisfazer as suas próprias necessidades. A corrupção assola-nos de Norte a Sul e de Este a Oeste, todos a vêem mas ninguém levanta um braço contra ela, pela simples razão de que caso o tente fazer arrisca-se a ficar sem ele…

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